Olá pessoal. Estou retomando (ou tentando retomar) as atitividades deste blog mais uma vez. Espero, a partir de agora, escrever nele mais frequentemente.
Grande abraço a todos.
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
A volta
Bem, este post vai marcar a volta das atividades deste blog, já que há muito não escrevo e o sangue jornalístico ainda corre nestas veias. Em breve, voltarei a postar e com mais regularidade. Abraços a todos.
quarta-feira, 19 de setembro de 2007
Quem quer pizza?
E, mais uma vez, fez-se a pizza.
A frase é o final de uma história que sempre se repete no nosso Congresso Nacional ou Pizzaria Nacional, como chamam alguns. Não importa quem fez e o que fez. No final, tudo acaba em pizza mesmo.
Desta vez, a diferença estava no ‘recheio’, que teve ingredientes mais pesados. Teve carne de boi – vendida a preço superfaturado - e teve laranja – que comprou rádio em nome de figurão da política. A pizza foi tamanho família, tanto que bancava até pensão alimentícia.
Para construir o forno, fez-se lobby para uma construtora. Afinal, uma mão ‘lava’ a outra. O cardápio não é necessário. Só muda o nome da pizza, o gosto é sempre o mesmo.
Enquanto a massa - não a da pizza, mas a do povo- reclamava e pressionava por um final diferente do comum, com punição para os culpados, nossos pizzaiolos de Brasília apenas aqueciam o forno e preparavam mais uma refeição de mau-gosto.
O tempo foi passando, a massa sendo sovada e o tempero adicionado: pitadas de ironias, um punhado de discursos emocionados no plenário do Congresso e um toquezinho de silêncio, afinal para que se explicar? No final, todo mundo é inocente mesmo. Pelo menos, até que se prove o contrário. E como em Brasília tudo acontece ao contrário...
Quando todo mundo pensou que teríamos uma lição de justiça e o início de uma nova fase, a mudança de ramo do Congresso, foi que se viu que fazer pizza é uma vocação, praticamente um dom de nascença ou então de ocasião. Depende do freguês.
Tudo começou a mudar quando resolveu-se que a sessão de preparo da pizza seria secreta. Deve ter sido medo de que a receita do prato ‘vazasse’. Afinal, pizzaiolo que se preze não revela os detalhes da ‘fornada’.
E o preparo da massa – da pizza – foi emocionante. Passo a passo, voto a voto, o cenário foi sendo montado. A outra massa – a do povo – até ficou com água na boca, mas o resultado final...
Sempre tem aqueles que não querem meter a mão na massa. Dessa vez, foram seis senadores. E a abstenção, em vez de ajudar a evitar a pizza, acabou dando o toque final. E o corpo fora veio a ‘calhar’.
Depois de empurrar a pizza goela abaixo do povo, ainda vão fazer a gente pagar a conta.
A frase é o final de uma história que sempre se repete no nosso Congresso Nacional ou Pizzaria Nacional, como chamam alguns. Não importa quem fez e o que fez. No final, tudo acaba em pizza mesmo.
Desta vez, a diferença estava no ‘recheio’, que teve ingredientes mais pesados. Teve carne de boi – vendida a preço superfaturado - e teve laranja – que comprou rádio em nome de figurão da política. A pizza foi tamanho família, tanto que bancava até pensão alimentícia.
Para construir o forno, fez-se lobby para uma construtora. Afinal, uma mão ‘lava’ a outra. O cardápio não é necessário. Só muda o nome da pizza, o gosto é sempre o mesmo.
Enquanto a massa - não a da pizza, mas a do povo- reclamava e pressionava por um final diferente do comum, com punição para os culpados, nossos pizzaiolos de Brasília apenas aqueciam o forno e preparavam mais uma refeição de mau-gosto.
O tempo foi passando, a massa sendo sovada e o tempero adicionado: pitadas de ironias, um punhado de discursos emocionados no plenário do Congresso e um toquezinho de silêncio, afinal para que se explicar? No final, todo mundo é inocente mesmo. Pelo menos, até que se prove o contrário. E como em Brasília tudo acontece ao contrário...
Quando todo mundo pensou que teríamos uma lição de justiça e o início de uma nova fase, a mudança de ramo do Congresso, foi que se viu que fazer pizza é uma vocação, praticamente um dom de nascença ou então de ocasião. Depende do freguês.
Tudo começou a mudar quando resolveu-se que a sessão de preparo da pizza seria secreta. Deve ter sido medo de que a receita do prato ‘vazasse’. Afinal, pizzaiolo que se preze não revela os detalhes da ‘fornada’.
E o preparo da massa – da pizza – foi emocionante. Passo a passo, voto a voto, o cenário foi sendo montado. A outra massa – a do povo – até ficou com água na boca, mas o resultado final...
Sempre tem aqueles que não querem meter a mão na massa. Dessa vez, foram seis senadores. E a abstenção, em vez de ajudar a evitar a pizza, acabou dando o toque final. E o corpo fora veio a ‘calhar’.
Depois de empurrar a pizza goela abaixo do povo, ainda vão fazer a gente pagar a conta.
segunda-feira, 27 de agosto de 2007
O mercado de Trabalho do Jornalismo*
O mercado de trabalho de Jornalismo nunca esteve tão inchado. E a situação atual pode ter várias explicações. Uma delas é o número de alunos que se formam a cada ano nas Faculdades de todo o país, que nunca foi tão alto.
Esse contingente não pode ser absolvido pelo mercado, afinal, o momento é de enxugamento das redações. Os que obtém a chance de um estágio, acabam, quase sempre desempenhando funções que seriam exclusivas de profissionais já formados.
Mas, nesta hora, os empresários contam com um trunfo: como o estagiário que mostrar serviço e pretende ser contratado quando se formar, se submete aos horários estendidos, aos baixos 'salários' e às pressões que um profissional certamente não sofreria.
Mesmo com a criação de Programas de Estágios, por parte de alguns Sindicatos Estaduais de Jornalismo, a situação parece não ter mudado muito. Afinal, a lei determina que o número de estagiários em uma redação seja muito inferior ao de profissionais da área - no máximo 20%,
dependendo do número de formados -, mas o que se vê, na prática, são veículos que possuem mais estudantes do que diplomados.
Outro fator importante é a crise que as publicações atravessam. Muitos veículos com décadas de história no mercado têm fechado às portas e colocado na rua profissionais com larga experiência na área.
A saída, para muita gente, tem sido trabalhar como freelancer, ou freela - como é conhecido popularmente. O problema é que, cada vez mais, os veículos têm apostado nesta modalidade de vínculo, que não dá qualquer garantia ao jornalista. Afinal, não há registro em carteira nem a garantia de uma série de benefícios, a que os profissionais teriam direito.
Outros acharam nos blogs, uma boa ferramenta de divulgação de trabalho. Com o alcance que tem a Internet, que já se consolidou como um ótimo meio de ter acesso às notícias, os diários virtuais caíram no gosto dos jornalistas - formados ou ainda estudantes. Com os blogs, mais pessoas podem conhecer um pouco mais sobre o trabalho dos profissionais e, alguns deles, até já contam com patrocínios em seus blogs.
A conclusão a que podemos chegar é que, cada vez mais, além do preparo e da dedicação, o jornalista só terá sucesso na profissão se tiver muita criatividade e espírito inovador.
*O material acima é conteúdo das aulas de Novas Mídias, da 8ª etapa de Jornalismo da Unaerp.
Esse contingente não pode ser absolvido pelo mercado, afinal, o momento é de enxugamento das redações. Os que obtém a chance de um estágio, acabam, quase sempre desempenhando funções que seriam exclusivas de profissionais já formados.
Mas, nesta hora, os empresários contam com um trunfo: como o estagiário que mostrar serviço e pretende ser contratado quando se formar, se submete aos horários estendidos, aos baixos 'salários' e às pressões que um profissional certamente não sofreria.
Mesmo com a criação de Programas de Estágios, por parte de alguns Sindicatos Estaduais de Jornalismo, a situação parece não ter mudado muito. Afinal, a lei determina que o número de estagiários em uma redação seja muito inferior ao de profissionais da área - no máximo 20%,
dependendo do número de formados -, mas o que se vê, na prática, são veículos que possuem mais estudantes do que diplomados.
Outro fator importante é a crise que as publicações atravessam. Muitos veículos com décadas de história no mercado têm fechado às portas e colocado na rua profissionais com larga experiência na área.
A saída, para muita gente, tem sido trabalhar como freelancer, ou freela - como é conhecido popularmente. O problema é que, cada vez mais, os veículos têm apostado nesta modalidade de vínculo, que não dá qualquer garantia ao jornalista. Afinal, não há registro em carteira nem a garantia de uma série de benefícios, a que os profissionais teriam direito.
Outros acharam nos blogs, uma boa ferramenta de divulgação de trabalho. Com o alcance que tem a Internet, que já se consolidou como um ótimo meio de ter acesso às notícias, os diários virtuais caíram no gosto dos jornalistas - formados ou ainda estudantes. Com os blogs, mais pessoas podem conhecer um pouco mais sobre o trabalho dos profissionais e, alguns deles, até já contam com patrocínios em seus blogs.
A conclusão a que podemos chegar é que, cada vez mais, além do preparo e da dedicação, o jornalista só terá sucesso na profissão se tiver muita criatividade e espírito inovador.
*O material acima é conteúdo das aulas de Novas Mídias, da 8ª etapa de Jornalismo da Unaerp.
segunda-feira, 13 de agosto de 2007
Vídeo no Canal Futura
Bom, já que estou aqui mesmo, vou aproveitar e divulgar mais uma vez a exibição do meu vídeo no Canal Futura!
Nesta terça-feira (14), às 18h20, o Canal Futura exibe a reapresentação de mais um programa Geração Futura Universidades. Entre os três vídeos exibidos estará o meu: "O Esporte é nossa praia", produzido e dirigido por mim, em parceria com a Dany Sciarotta, que também estuda na Unaerp. O vídeo é resultado de uma parceria entre o Canal Futura e 15 Universidades afiliadas de todo o país. A gravação é resultado daquele curso que fiz no Rio de Janeiro no início do ano e, para quem assistiu, o motivo daquela reportagem que passou na TV Tribuna depois que voltei.
Toda a produção, filmagem, edição, trilha sonora... foram feitos por alunos da Unaerp Guarujá com o apoio mais que indispensável do pessoal do Geração Futura lá do Rio. O nosso vídeo será o terceiro e último do programa. Os dois primeiros foram produzidos por estudantes do Paraná e do Rio Grande do Sul e com certeza estão show de bola.
Assistam e prestigiem os alunos da Unaerp e das outras universidades, assim como o canal Futura, que inova e permite que alunos universitários mostrem o seu talento !
Muito obrigado a todos que nos ajudaram e deram aquela força!
Felicidades para todos nós! Valeu!
Nesta terça-feira (14), às 18h20, o Canal Futura exibe a reapresentação de mais um programa Geração Futura Universidades. Entre os três vídeos exibidos estará o meu: "O Esporte é nossa praia", produzido e dirigido por mim, em parceria com a Dany Sciarotta, que também estuda na Unaerp. O vídeo é resultado de uma parceria entre o Canal Futura e 15 Universidades afiliadas de todo o país. A gravação é resultado daquele curso que fiz no Rio de Janeiro no início do ano e, para quem assistiu, o motivo daquela reportagem que passou na TV Tribuna depois que voltei.
Toda a produção, filmagem, edição, trilha sonora... foram feitos por alunos da Unaerp Guarujá com o apoio mais que indispensável do pessoal do Geração Futura lá do Rio. O nosso vídeo será o terceiro e último do programa. Os dois primeiros foram produzidos por estudantes do Paraná e do Rio Grande do Sul e com certeza estão show de bola.
Assistam e prestigiem os alunos da Unaerp e das outras universidades, assim como o canal Futura, que inova e permite que alunos universitários mostrem o seu talento !
Muito obrigado a todos que nos ajudaram e deram aquela força!
Felicidades para todos nós! Valeu!
Mudança natural de conceito*
Com o surgimento dos blogs corporativos e a mídia tradicional utilizando blogs para colunistas conhecidos, os blogs de conteúdo tornam-se cada vez mais fontes de informação confiável.
*O material acima é conteúdo das aulas de Novas Mídias, da 8ª etapa de Jornalismo da Unaerp.
*O material acima é conteúdo das aulas de Novas Mídias, da 8ª etapa de Jornalismo da Unaerp.
Petrobrás realiza projeto Rumo Certo na Unaerp-Campus Guarujá*
Pelo segundo ano consecutivo a Universidade de Ribeirão Preto realiza, em parceria com a Petrobrás, o Projeto Rumo Certo. O projeto orienta comunidades de Guarujá e Região na montagem de cooperativas.
*O material acima é conteúdo das aulas de Novas Mídias, da 8ª etapa de Jornalismo da Unaerp.
*O material acima é conteúdo das aulas de Novas Mídias, da 8ª etapa de Jornalismo da Unaerp.
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